Corrigir nossas conexões nos fará superar a crise mundial

Há uma falta de equilíbrio no sistema global do mundo, cuja causa pode ser encontrada nas ações humanas. Esse desequilíbrio pode ser chamado de “doença”.  A crise mundial mostra que os seres humanos não estão apenas perdendo a saúde física, psicológica e social, mas que também contribuem para o desequilíbrio da natureza. Este desequilíbrio mostra que nada acontece por si, mas que tudo é baseado em um eixo de relações que nos conecta a uma rede invisível, sustentada por nossas interações diárias. Essas conexões são responsáveis não somente pelo nossos sucessos, enquanto sociedade, mas também pelas falhas que estão na ordem do dia.CORREGIR-NUESTRAS-CONEXIONES-NOS-HARÁ-SUPERAR-LA-CRISIS-MUNDIAL
Se analisarmos nossas ações, é evidente que não conseguimos alcançar o equilíbrio em muitos aspectos. Ainda assim, uma reação comum é a de exigir dos outros uma solução para os problemas que enfrentamos sem considerar nossa responsabilidade.  O custo do desequilíbrio é muito elevado; o homem não mede as consequências do que pode gerar por um pequeno momento de prazer. Consumir prazer tornou-se o principal propósito das pessoas e temos chegado a um nível de vício difícil de superar.  No entanto, acontece frequentemente que no limite das nossas capacidades para lidar com situações difíceis na vida é exatamente onde aparecem as chances de recuperação. Então, como podemos recuperar a nossa saúde e o equilíbrio do sistema  ao qual pertencemos?
Precisamos curar fundamentalmente as nossas relações. Mas primeiro, temos que nos educar sobre o que significa ser “saudável” e, em seguida, avançar na aprendizagem de toda sociedade, para além do nosso ambiente próximo. Construir relações saudáveis baseadas na importância dos outros, onde o “outro” começa a ter importância para nós, começamos a ver mais além da satisfação dos nossos próprios desejos e passamos a nos envolver com o bem-estar dos outros,  superando nossas inclinações egoístas e transformando-as em ações altruístas.
Deste modo, a humanidade e a natureza recuperariam o equilíbrio; o que geraria a harmonia de todo o sistema. Haveria um ajuste nas conexões que conduzem a um bom estado de saúde individual e social ideal, por meio do qual superaríamos a crise mundial. Para isto devemos modificar nossos desejos, equilibrando o desejo de receber para nós mesmos e o de doar aos demais. O equilíbrio irá tomando forma, na medida que haja uma preocupação mútua com o bem-estar dos demais acima dos nossos desejos. Este princípio não é visto hoje em nenhum lugar do mundo, e é necessário que chegue às esferas políticas, sem exceção, dado que, hoje, eles (os políticos) são os tomadores de decisão.
Se conseguirmos levar a humanidade a formar um só corpo através de uma imagem mental, um desejo e uma intenção, haverá uma cura coletiva de conexões e, assim, alcançaremos o equilíbrio que nos levará a viver como seres humanos. Os problemas de saúde, educação, família, ambiente e outros ficarão como fatores decisivos que impulsionarão a construção da “unidade” que necessitamos. Neste aspecto, os líderes mundiais, os pensadores, cada ator social e cada indivíduo que compreenda esta mensagem resultará em um degrau imprescindível para transmitir a todas as pessoas e gerar uma intenção global baseada no desejo de sair da crise e alcançar o bem-estar de toda a humanidade.
Bibliografia:
https://actualidad.rt.com/actualidad/204937-terremoto-ecuador-tsunami-alerta
http://www.elobservador.com.uy/a-falta-protocolo-los-docentes-dolores-apelaron-la-intuicion-n897967
http://www.elobservador.com.uy/dolores-y-el-dia-despues-del-tornado-n897964
http://www.telesurtv.net/news/Tres-millones-de-chilenos-afectados-por-corte-de-agua-en-Santiago-20160416-0028.html
http://www.riosdelmaipo.cl/

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