A compreensão e a escuta como desafios educativos do século XXI

Eu me torno você, sem deixar de ser eu mesmo.”

Edgar Morin

Entre as capacidades inatas do ser humano se encontra a de compreender. O homem cria, inventa, elabora e propõe quando é capaz de compreender o mundo que o rodeia. E se ele pode manifestar estas ações é porque pode apreendê-las. Quando os profissionais da educação são incapazes de dar espaço à participação dos alunos, eles perdem o interesse e o que aprendem tende a ser esquecido. Hoje, é fundamental uma mudança na abordagem do ensino, um ensino que se proponha a desenvolver a habilidade de ser compreensivo. Algo que possa ser desenvolvido em idade escolar, em que a escuta integre o desenvolvimento áulico.

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Os sucessos conquistados em equipe são mais satisfatórios

A ciência está cada vez mais de acordo com a ideia de que qualquer tipo de atividade que realizamos em equipe resulta muito mais satisfatória, em comparação às atividades realizadas individualmente.  Em uma das pesquisas efetuadas, os neurocientistas mediram a atividade cerebral dos integrantes de uma equipe que agia em cooperação para ganhar uma recompensa, e também o realizaram quando ganhavam a recompensa de maneira individual.

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Fazer parte de um ambiente social positivo favorece a nossa saúde

As diferentes circunstâncias da vida nos levam à conclusão de que a escolha do ambiente no qual nos desenvolvemos influi em todos os aspectos das nossas vidas; incluindo a saúde. Algumas investigações sugerem que as pessoas que mantêm uma atitude mental positiva frente às adversidades encaram a vida com espírito de luta, não negando, porém, a realidade, quer dizer; se preocupam em resolver os problemas que enfrentam. Isto se relaciona com a definição de “ambiente positivo”. Continue lendo Fazer parte de um ambiente social positivo favorece a nossa saúde

Altruísmo, uma tendência programada?

O cuidado em buscar o bem dos outros à custa do seu próprio, ou seja, o altruísmo, nos parece algo inerente à nossa natureza. Pensamos que em muitos casos realizamos ações totalmente desinteressadas, sem recompensa aparente para nós, como por exemplo uma doação anônima ou ajudar um estranho na rua. Todos nós podemos citar numerosos exemplos nos quais não reconhecemos que em nossa intenção não exista outro interesse além do bem comum. Apesar disso, curiosamente, imagens de ressonância magnética indicam que quando realizamos atos altruístas sem querer vantagem para nós mesmos, um centro de recompensa é ativado em nosso cérebro; o mesmo que é ativado, quando, por exemplo, recebemos dinheiro. No panorama do centro de recompensa, impressos em nosso desenvolvimento, doar resulta igual a receber, e a partir desta perspectiva não há diferença de como nosso cérebro compreende ambos os atos.  Continue lendo Altruísmo, uma tendência programada?