Superar as adversidades através do apoio mútuo

A vida é tão imprevisível que fica impossível controlar tudo o que acontece ao nosso redor. Eventualmente, passamos por uma série de sucessos em que podemos nos sentir como numa montanha russa; entre subidas e quedas. Devido a isso, surgem perguntas que necessitamos responder para continuar a viver: quais são os fatores que permitem adaptarmo-nos a estas mudanças? Como algumas pessoas podem consegui-la e outras não?

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Conhecer-nos nos conecta

Vivemos num tempo em que as relações sociais se tornaram superficiais e confusas. Entre as demandas de trabalho, as responsabilidades familiares e a busca de prazeres, pouco é o tempo, além da família,  que nos resta para tentar estabelecer contatos, sejam físicos ou virtuais. Encontrar-se com vizinhos ou companheiros de trabalho, ter uma agradável conversação com um taxista ou com o vendedor de uma loja. Tudo é muito efêmero e circunstancial, o que gera uma tendência à desconexão da vida social, e então nos trancamos em nossas bolhas individuais com o menor contato externo possível. No entanto, temos uma necessidade de conexão que deve ser satisfeita, e conhecer-nos uns aos outros nos conecta.

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Os abraços nos protegem

Quão agradáveis são os abraços! Quando uma pessoa é abraçada sente uma sensação de paz e harmonia, as feições faciais se suavizam, o corpo relaxa, ela se sente protegida e amada; sentir o carinho através de um abraço é algo muito sublime. Além destas gentilezas, um abraço repercute positivamente na nossa saúde, sobretudo diante da vulnerabilidade que é gerada pela vida agitada na qual vivemos nesses tempos de mudanças vertiginosas, correrias cotidianas no trabalho, os estudos, as tarefas domésticas e tantas atividades que nos deixam propensos a adoecer. Diante desta realidade, o abraço aparece como o melhor antídoto para prevenir o estresse e algumas doenças, como demonstra uma pesquisa realizada na Pensilvânia, na qual foi destacado que além de ser um bom apoio social, abraçar nos fortalece contra as enfermidades e em especial contra o resfriado comum.

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Conectados pelo consumo na “Economia do Compartilhar”

A cultura do consumo está sempre mudando. Na economia do compartilhar existe uma estrutura de consumo muito diferente do que existiu em qualquer outro momento desde a Segunda Guerra Mundial afirma Juliet B. Schor, professora de sociologia da Universidade de Boston e membro da Rede de Investigação Sobre Aprendizagem, na qual é bolsista por um ano (2014-2015) e onde se encontra pesquisando sobre as novas instituições e práticas de consumo que formam a economia do compartilhar.

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Uma criança socialmente integrada será um adulto feliz

Recentes pesquisas dizem que para alcançarmos uma vida feliz precisamos considerar, em primeiro lugar, a amizade que é vivenciada no ambiente escolar.  Por esta razão, os adultos que tiveram uma infância centrada na amizade e não apenas no estudo acadêmico em si, hoje desfrutam de maior felicidade do que aqueles que puseram seus objetivos acadêmicos acima da amizade.

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Se desejamos um casamento feliz, temos que aprender a “ceder”

Na atualidade, o casamento ou as relações de casal merecem uma especial atenção, principalmente nas áreas da comunicação e psicologia. Atravessamos uma verdadeira e dolorosa onda de desintegração familiar, com todas as consequências que isto implica para o sistema social. Investigações na área da psicologia matrimonial, como aquelas realizadas pelo perito John Gotham, nos aproximam da conclusão de que para solucionar os problemas de comunicação doméstica é necessário conseguir que ambos os cônjuges ganhem, e uma maneira para que isso aconteça está na concessão mútua e não na competição. A partir disso, as duas partes podem ganhar,  já que no terreno das relações ceder é um fator que gera ganhos para ambos os parceiros.

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